quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Todos os textos!


Todos os textos que tenho tentado escrever desde que você se “foi” não têm sido os corretos que eu quero escrever. Não quero algo carregado de tristeza pela sua ‘partida’ e nem quero algo feliz que me traga uma falsa sensação de bem estar. Tenho perambulado em busca do equilíbrio, busco por palavras com um toque de reminiscências do passado, só que sem dor. Quero um tom de saudade, aceitação, renovação e reafirmamento de uma pitada de amor próprio. Quero a sintonia perfeita para escrever, aquele encaixe perfeito dos meus dedos e o teclado do computador na busca pelas palavras certas. Minhas palavras não chegarão mais até você, mas ainda sim elas são o conforto que servem como um antídoto para essas crises de você, essa abstinência de você, a busca pela sua presença que não tem mais volta. Quero algo que apenas me conforte, não desejo ser feliz nesse momento, só quero apenas estar e permanecer menos triste sem você aqui.



sábado, 11 de agosto de 2012

Oi meu nome é bom senso!




Existem coisas na vida que você tem por inteiro ou simplesmente não tem, nesses casos o meio termo não é aceito. Existem coisinhas básicas que nos permite uma boa convivência, a tão falada política da boa vizinhança e são elas: bom senso, respeito e consideração.  Tem coisas na vida que você sabe que pode fazer, mas nem sempre é o certo a se fazer, atitudes devem ser pensadas antes de serem tomadas, coisas feitas no calor de um impulso não podem ser concertadas. E é nessas horas que o bom senso (claro, daqueles que o tem) fala mais alto, é nessas circunstâncias que o seu bom senso te mostra o limite tênue entre o respeito e a consideração que você tem por alguém. É o bom senso que te impede de magoar alguém, te impede de dar aquele vexame no fim da festa, de impede de falar coisas desnecessárias na hora inadequada, e te ajuda a preservar a amizade e consideração recíproca de algumas pessoas.