Sabe quando você tem um vazio por
dentro? Ele está por toda parte. Nada te anima nada te comove nada de preenche,
nada te alegra, nada de nada. É aquele tipo de vazio interior onde você precisa
se encontrar precisa dar um rumo pra sua vida. Quando você está descrente de
tudo ao seu redor, das pessoas, das coisas, do ambiente, da vida que você leva
e principalmente de você mesmo. Quando a insatisfação te toma, nada está sendo
como você planejou, alias se é que você planejou algo, porque parece que as
coisas vieram como um amontoado de “nada”. É assim que eu me sinto, precisando encontrar
meu lugar no mundo, precisando fazer algo útil da minha vida, precisando descobrir
o que eu quero ser, como eu quero ser, como eu vou ser. Precisando de respostas
para tantas incógnitas que gritam aqui dentro.
A minha vida é feita de pedaços, momentos, sentimentos que muitas vezes são misturados a grandes emoções se tornando assim um turbilhão de partes de mim, que me completam me inspirando como velhos Retalhos que montam a vida.
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Sem raízes
Eu simplesmente queria poder ser livre de verdade, me
desapegar de coisas e pessoas. Ser uma daquelas pessoas que conseguem sumir no
mundo sem olhar para trás. Colocar uma mochila nas costas, levando um óculos
escuro, minha camiseta velha favorita, meu jeans surrado, fones de ouvido e um
bom livro. Ser uma pessoa que vai embora sem se despedir, nada de adeus,
choros, palavras tristes e saudade na bagagem. Levar apenas o sentimento de
aventura e a certeza de voltar um dia, voltar não para criar raízes, apenas
para descansar os pés cansados e cheios de calos, descansar a alma que se
aventurou demais e o corpo que também sentiu os baques dessa longa
jornada. Enfim descansar para partir de
novo. De novo e de novo!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
Despedidas!
Não estou pronta para lhe dizer
adeus. Não estou pronta para a nossa despedida. Alias eu não gosto de
despedidas, elas são sempre tristes e amargas. Deixam um gosto ruim em mim.
Talvez eu deva admitir logo que a verdade é que eu não estou pronta para deixar
você. Eu sei que no final de tudo as pessoas sempre vão embora, que eu vou ter
que deixar você ir. Não estou pronta para devolvê-lo ao mundo. O motivo de tudo
não é sermos felizes? Então onde está o nosso final feliz.
O que eu estou deixando para
você? Meus papéis e cartas que serão apagados com o passar do tempo? Eu quero
algo mais, algo que não possa ser tocado nem visto. Quero algo que só você
possa sentir, que no momento em que nos tocar saberemos que continuamos a
pertencer um ao outro.
quinta-feira, 23 de agosto de 2012
Todos os textos!
Todos os textos que tenho tentado
escrever desde que você se “foi” não têm sido os corretos que eu quero
escrever. Não quero algo carregado de tristeza pela sua ‘partida’ e nem quero
algo feliz que me traga uma falsa sensação de bem estar. Tenho perambulado em
busca do equilíbrio, busco por palavras com um toque de reminiscências do
passado, só que sem dor. Quero um tom de saudade, aceitação, renovação e
reafirmamento de uma pitada de amor próprio. Quero a sintonia perfeita para
escrever, aquele encaixe perfeito dos meus dedos e o teclado do computador na
busca pelas palavras certas. Minhas palavras não chegarão mais até você, mas
ainda sim elas são o conforto que servem como um antídoto para essas crises de
você, essa abstinência de você, a busca pela sua presença que não tem mais
volta. Quero algo que apenas me conforte, não desejo ser feliz nesse momento,
só quero apenas estar e permanecer menos triste sem você aqui.
sábado, 11 de agosto de 2012
Oi meu nome é bom senso!
Existem coisas na vida que você tem por inteiro ou simplesmente não tem, nesses casos o meio termo não é aceito. Existem coisinhas básicas que nos permite uma boa convivência, a tão falada política da boa vizinhança e são elas: bom senso, respeito e consideração. Tem coisas na vida que você sabe que pode fazer, mas nem sempre é o certo a se fazer, atitudes devem ser pensadas antes de serem tomadas, coisas feitas no calor de um impulso não podem ser concertadas. E é nessas horas que o bom senso (claro, daqueles que o tem) fala mais alto, é nessas circunstâncias que o seu bom senso te mostra o limite tênue entre o respeito e a consideração que você tem por alguém. É o bom senso que te impede de magoar alguém, te impede de dar aquele vexame no fim da festa, de impede de falar coisas desnecessárias na hora inadequada, e te ajuda a preservar a amizade e consideração recíproca de algumas pessoas.
domingo, 1 de julho de 2012
Complicaram a vida !
Alguém complicou a vida. Disseram
que matemática não é 2+2=4, que agora é o ‘quadrado do primeiro mais duas vezes
o primeiro vezes o segundo, elevado a raiz exponencial com log na base a+b...”,
a água não é mais água que mata a sede, agora é duas moléculas de hidrogênio
mais uma de oxigênio adiciona-se um pouco de cloro daqui e outro dali,
português não é mais poesia e literatura que nos brindam com lindos poemas,
agora é recheado de pronomes possessivos que tentam nos fazer propriedade uns
dos outros “meu, minha, seu, sua, nosso, nossa”, tornaram o mundo tão mais
abstrato, complicado. Liberdade não é mais liberdade, quando temos que ficar aprisionados dentro de casa atrás de grades, muros altos e portões. Amar não é mais amar e estar junto, o suposto ‘amar’ vem
em cobranças, desespero, exagero, sofrimento, dor. Democracia não é mais
democracia, quando se é obrigado a votar. Temperatura não é mais calor ou frio,
agora é o efeito global que derrete as geleiras, que afeta a camada de ozônio blá
blá blá. Família não é mais família, pai mata filho que bate na mãe que
abandona a casa... Alguém complicou a vida. Disseram que eu tinha que decidir a
minha profissão com 17 anos, estudar, passar no vestibular, entrar na
faculdade, passar quatro anos por lá, fazer um bom estágio, ter tantas horas
disso e daquilo, só reprovar em tantas matérias, fazer um tcc, me formar, ter
um bom emprego, ganhar bem, comprar uma casa, comprar um carro, ser
independente, ser forte, colocar comida dentro de casa, pagar as contas. Ter um
namorado, casar, ter filhos, um marido, ser boa mãe, ser boa filha, ser boa amiga,
ser boa dona de casa, ser isso, ser aquilo. Não ser livre, não questionar, não
amar, não perdoar, não abraçar, não respirar, não viver. Realmente alguém complicou
a vida.
terça-feira, 12 de junho de 2012
Ei, não tenha pressa querido!
Não estou com pressa que você venha, porque eu sei que a nossa hora vai chegar, querido. Eu não conheço seu belo rosto ainda, nem o som da sua voz, mas sei que você vai chegar para abarcar o meu dia com sua presença tocante. Vejo o nosso futuro onde você me beijará na testa no dia do nosso casamento, sorrirá para mim sem motivos, nos entediemos no espaço de um silêncio, num simples olhar. Eu não idealizo você, mas apenas sei que será verdadeiro. Talvez eu tenha esbarrado com você por aí, enquanto andava distraída pelas ruas com meus fones de ouvido, desculpe me a desatenção por te deixar passar, mas eu sei que você voltará. Talvez você esteja em alguma parte do mundo esperando o destino ou o acaso se encarregar de nos aproximar, ou simplesmente você já esteja aqui do meu lado, mas este ainda não é o nosso momento, o momento certo.
Quando nos encontrarmos vamos nos
reconhecer, aquele elo, aquele fio se ligará instantaneamente e nós saberemos que
chegou o momento de pertencermos de alma e coração um ao outro. Eu posso ver as
nossas tardes de gargalhadas sentados no sofá da sala assistindo programas de
TV sem noção, as noites em que iremos ao cinema, os dias dedicados ao barzinho,
os seus dias de você jogar futebol enquanto eu dormirei como uma ursa, as
minhas tardes com as amigas onde cada um saberá respeitar o espaço do outro
porque vamos entender que não nos pertencemos e sim que nos encaixamos. Os dias
em que cansaremos de ir pra cozinha e pediremos pizza, o dia em que receberemos
nossos 4 filhos como os mais puros e verdadeiros presentes de Deus, comparemos
nossa casa, escolheremos a cor das cortinas, o lugar dos móveis, o melhor lado
para colocar a televisão, dividiremos o espaço no guarda roupa mas eu sempre
vencerei, apertando suas camisas para caber meus vestidos. Não necessariamente
nessa ordem. O mais importante é que saberemos ser os parceiros ideais, não que
existam casais perfeitos, mas é que eu acredito que possam existir casais que alcançarão
seu nível ideal de sintonia e respeito. E eu SEI que esse será nosso caso.
E por fim envelheceremos juntos,
os finais de semana na fazenda com a família reunida. Teremos nossos filhos e
netos, os cabelos brancos, as mãos sempre atadas, enfrentaremos todos os
momentos difíceis juntos, respeitaremos a dor, e o silêncio de cada um. E o
mais importante permaneceremos juntos porque vai ter valido a pena. Então não
corra querido, simplesmente venha na hora certa.
domingo, 27 de maio de 2012
Uma sobrevivente
Será se eu já posso me considerar uma sobrevivente? Afinal
hoje marca o dia em que eu consegui passar o primeiro interminável mês sem
você, e eu admito que bem lá no fundo eu jamais imaginei que chegaria tão
longe. Não que minha força seja pequena, mas é que meu carinho, saudades,
paixão e um tanto de amor são grandes e intensos demais por você. Pois bem eu
quero que você fique com tudo que era ‘nosso’ agora. Guarde com você seja o que
era material, os símbolos e os sentimentos. Guarde as lembranças, os gestos de
carinho, os toques, as músicas que ouvíamos juntos, os abraços, as palavras, ah
e os beijos também. Fique com tudo e me deixe vazia de você. Me deixe vazia de
tudo que aconteceu, mas deixe a esperança de dias melhores, a vontade de
recomeçar e um dia se possível me devolva a admiração e o carinho que eu sinto
por você.
quinta-feira, 1 de março de 2012
Balança da vida!
Chorei de saudades pelo o que se foi, e pelo que pensei que viria e não veio.
Chorei de saudades de quem eu perdi, chorei de alegria por amigos novos que eu ganhei.
Chorei pelo beijo na face que me fez recordar todo um tempo bom que não volta mais.
Chorei após nossas discussões, onde falamos coisas que nos magoaram.
Chorei por nosso silêncio, que foi mais duro do que qualquer outra palavra, mais frio do que qualquer gesto de indiferença ou abandono.
Chorei pelo que eu disse quando deveria ter me calado.
Chorei por ter ficado calado, quando eu deveria ter gritado, questionado e enlouquecido se preciso fosse.
Chorei de alegria ao te ver dizendo que queria ficar, chorei de tristeza quando você pensou em partir.
Mas sorri.
Sorri após cada tempestade particular em meu céu infinito, quando se abriu um sol novo de redenção.
Sorri por cada vez que te vi, e me veio um sorriso bobo sem explicação.
Sorri diante do novo. Dos segredos. Das surpresas. Das músicas que gosto. Das capas de livros intrigantes.
Sorri de mim mesma, ao descobrir que estava recuperando meu coração. Ao descobrir que minha capacidade de amar ou apaixonar-me estava de volta.
Sorri das nossas brincadeiras, das nossas conversas, dos beijos quentes e carinhosos, dos abraços acolhedores.
Sorri para disfarçar o meu choro, que insistia em vencer-me e correr como lágrimas em meu rosto a fora.
Chorei. Sorri. Chorei mais vezes do que sorri, porque a vida é feita de altos e baixos, infelizmente os baixos se sobressaem. Agora que venham novos sorrisos, novas emoções, novas aventuras, novas amizades, novos amores. Estou precisando equilibrar essa balança chamada VIDA.
sábado, 11 de fevereiro de 2012
Tolos e egoístas..!
Não adianta nem tentar fugir disto, é sábado anoite, estou sozinha na sala, postando no blog. Cabelo preso em coque e moletom velho, eu não queria mas estes são os fatores que me levam justamente a escrever, alias a confessar. Vou então ao momento confissões. Ou melhor confissões e considerações sobre alguns fatos observados.
É incrível como nós seres humanos e supostamente racionais ( creio ter que discordar, nossas constantes idiotices me fazem pensar o contrário) sempre estamos depositando nossa felicidade em seres tão inconstantes e confusos como nós mesmos ou seja outros humanos. È engraçado como adquirimos o péssimo habito de acreditar que nossa felicidade só pode existir na presença de outra pessoa, que nossa felicidade é ter alguém que tanto desejamos e não que ela dependa exclusivamente de nossas ações e atitudes. Mas talvez o pior de tudo nem seja agirmos assim, o pior seja saber que nos comportamos assim, saber como mudar isto mas fingimos que isto acontece com o planeta Terra inteiro e jamais com o nosso super ego. Por que este se recusa ser a admitir que ele também é um humano falho e se comporta igual a todos, não querendo ser mais um na multidão e já sendo. Não se preocupe você não está sozinho eu e meu ego estamos aqui para acompanha lo.
Outra coisa que me dá raiva são aquelas pessoas que sabem que você gosta dela, que você com sua mania e péssimo hábito, lógico né, quer que ela faça parte da sua vida como algo mais e possa chama la de meu ou minha e essa pessoa insiste em te tratar como um amigo. Por mais que você já tenha implorando o bastante, chorado o bastante e amado o bastante ela sempre está ali para você. Isso deveria soar como algo nobre até e de fato é, só que o nosso coração egoísta não entende assim. Amigos nós já temos, queremos é outra coisa. Queremos aquele complemento, aquela pessoa na qual mais uma vez tolamente iremos depositar nossa felicidade, por que sinceramente somos humanos e ainda não descobrimos do dia para a noite a formula mágica para não nos apegarmos.
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Morango ou Chocolate?
Hoje estou me fazendo a mesma pergunta que minha amiga Thatiane me fez ontem: Por que será que para seguir em frente temos que deixar outras coisas, outras pessoas para trás? Repare como a vida é sempre assim, nunca podemos ter ao mesmo tempo mais de uma coisa que nos faz bem. Sempre estamos envolvidos em um processo chamado de escolha. Quando vamos sair sempre temos que escolher entre o vestido lindo e fofo e o jeans velho e familiar, temos que escolher entre o salto que nos deixa linda e a sapatilha que nos deixa confortável, escolher entre o cabelo preso em coque, rabo de cavalo ou solto. Sem falar no sorvete, como vai ser: morango ou chocolate?!
Mas e pessoas como escolher entre pessoas? Isso não é possível, elas não são roupas que usamos sapatos que pisamos cabelos que nos enfeitam e nem um sabor de sorvete que nos satisfaz. Pessoas são pessoas. Cada uma é feita de uma personalidade diferente, é feita de algo novo que nos completa. Como EU posso escolher entre duas coisas que me fazem bem? Que me fazem rir, que me fazem feliz e me mostraram como o céu lá fora é lindo e azul, me mostraram com a noite brilha, como a vida tem mais graça quando eu paro de lamentar e sentir pena de mim mesma.
Não dá para escolher os olhos negros, gentis e acolhedores que me olham como se eu fosse a pessoa mais doce do mundo, não dá para escolher os olhos verdes acastanhados que me olham como se eu fosse louca, me convidam para se juntar a loucura dele e desbravar o mundo em busca de uma nova aventura. Não dá para fingir que sou indiferente a cada beijo, seja quando ele é intenso demais ou leve demais. Não dá para escolher qual a barba por fazer que ao tocar minha pele me faz arrepiar e muito menos escolher entre os cabelos bagunçados, que parecem estar assim por obra divina do vento.
Às vezes eu sinto falta dos meus momentos difíceis, quando eu deitava em minha cama todas as noites e sabia o que esperar, eu já conhecia a dor que viria, eu já sabia como era a pessoa pela qual eu sofreria e eu não precisava ter medo de magoa ló porque ele não gostava de mim, eu ouvia a mesma música que me fazia lembra ló e depois adormecia para no outro dia acordar e pela manhã ver seu belo sorriso. Mas agora eu não sei como enfrentar a dor, o medo de magoa lós e de me magoar novamente, não sei qual a música que agora me fará adormecer. Por que sim, agora eu tenho duas músicas e amo as duas não dá para se desfazer de uma em prol da outra, mas também não dá para ouvir as duas ao mesmo tempo, fica confuso se eu fizer isto, o ar é tomado por uma interferência dolorosa que fere meus ouvidos.
Mas o que definitivamente não dá para fazer é ficar aqui sentindo pena de mim, eu não tenho motivos para isto. Pena tem quem não tem algo na vida, algo ou melhor alguém para lhe chamar quando você se perder, alguém para lhe abraçar nos momentos difíceis e beijar nos momentos alegres. Isso eu tenho, e tenho em dobro. O problema é ter que deixar um deles partir, sou egoísta e medíocre demais para permitir isso, só que eu TENHO que fazê-lo, eu não posso privar a felicidade de ambos nem a minha ou em detrimento da minha.
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Sequelas..!
Infelizmente tudo na vida deixa sequelas. Sejam aquelas físicas, que estão ali para mostrar o quanto você sofreu e lutou para permanecer vivo. E sejam principalmente aquelas sequelas que ninguém pode ver, e apenas são sentidas e relembradas pelo coração já tão magoado e machucado depois de apanhar tanto da vida. Não mostrar como estou sofrendo, não escancarar isso ao mundo não significa que eu não sinta nada, pois sim eu sinto, eu sofro, eu choro, eu sinto dor, eu me desespero por que sim eu sou humana de carne e osso e isso me torna só mais uma mortal como todos os outros. Você tem essa sua mania de achar que eu não tenho um coração, mas viva o que eu já vivi e você descobrirá que um coração não faz falta, você descobrirá que ter ele ali batendo dentro de você é apenas necessário para mante- ló vivo, por que quando esse mesmo coração se entrega a alguém ele te torna um ser vulnerável, um ser capaz de ser magoado e principalmente magoar o que no fim das contas te faz sofrer em dobro.
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Apaixonados..!
Não adianta tentarmos fugir disto ou se enganar, todos nós somos viciados nesse prazer mórbido chamado paixão. Não importa o que aconteça, não importa quantas vezes quebramos a cara, nos decepcionamos e choramos por alguém, no final de tudo sempre vamos dizer que aquela foi a última vez que nos apaixonamos e basta virar as costas e lá vem este sentimentozinho irritante e reconfortante nos agarrar firme novamente.
Mas convenhamos que nada se compara aquela sensação de estar apaixonado, de esperar o telefone tocar e ouvir a voz daquela pessoa do outro lado, de ler aquele sms com um simples “Bom dia” mas que te faz sentir como se tivesse ganhado o dia, nada se compara aquela sensação que toma o nosso corpo quando recebemos um simples toque de pele, ao sentir aquele cheiro do perfume do outro e principalmente nada se compara aos dois fatores determinantes: ganhar aquele sorriso e se fixar naquele olhar.
O sorriso dos apaixonados é diferente, ele é espontâneo e sincero. Não é preciso motivos para fazê-los sorrir, só de ver o seu objeto de desejo os apaixonados sorriem por sorrir, sorriem porque o sorriso vem lhes a face e toma conta. Os olhos. Ah os olhos! Esses traem os apaixonados a todo o momento, não adianta tentar disfarçar, porque sempre que o nosso “complemento” está por perto, nós perdemos o foco, os olhos tentam se concentrar em algo, em qualquer coisa que seja, mas não adiantam eles só buscam e só querem enxergar o nosso alvo.
Sim. Somos apaixonados, e lá vamos nós de novo enlouquecer, se perder e se entregar. Somos viciados nisto, vivemos disto. Vivemos de sentimentos complicados, complexos e confusos. Mas vivemos felizes, por que como diz um amigo meu: “Apaixonados” não escolhem, são escolhidos. “Apaixonados” sempre se entregam, não conseguem dizer não e sempre voltam atrás e sim se deixam levar. Deixam-se levar loucamente.
domingo, 8 de janeiro de 2012
Velhos Costumes
Eu te amo, te amo por tudo que aprendi com você, por cada momento lindo que passei ao seu lado. Se hoje não tenho mais você comigo percebo que me faz mais falta ainda, não vou ficar lamentando por sua partida, não quero e não posso perturbar a paz que seu espírito desfruta agora. Porém isso não me impede de ter saudades.
Sinto tanta, tanta mais tanta falta. Você foi meu grande exemplo, seus gestos de amor, solidariedade, sua forma de se doar pelo bem de nossa família. Às vezes choro lembro de quando você me colocava em seus braços e me abraçava, eu ficava agarrada a você por onde você ia, assistia a você dar seu toque especial a casa, ouvia suas histórias ou simplesmente olhava você.
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